“A maldição dos faraós” de Elizabeth Peters


Terminei à uns dias “A maldição dos faraós” de Elizabeth Peters. A razão pela qual decidi experimentar este livro teve a ver com a minha curiosidade pelo antigo Egipto e pela necessidade de ler livros que me absorvessem e me fizessem deixar de pensar nos problemas do trabalho, papel que esta obra desempenhou na perfeição. Li o livro num tempo recorde, tendo em conta as horas a que chego a casa, sempre com níveis de cansaço muito elevados.

A obra narra a história de um casal de arqueólogos excêntricos e aventureiros que a paternidade sujeitou a uma vida luxuosa mas aborrecida na Inglaterra dos finais do século XIX. No entanto, o apelo de um túmulo recentemente encontrado, em que o responsável da escavação morreu vítima de uma suposta maldição, foi mais forte e decidem aceitar o convite da viúva para prosseguir com as escavações. No Egipto as mortes sucedem-se e a intriga adensa-se mas no final, como não poderia deixar de ser, o verdadeiro assassino é descoberto.

A fórmula usada pela autora é bastante simples, o livro tem todos os ingredientes para cativar e prender uma pessoa, embora tenha sentido muitas vezes que não estava a ser escrito realmente nada de novo e o final se tenha revelado demasiado previsível.

Ainda assim, este livro proporcionou-me boas horas de entretenimento com o bónus de aumentar ligeiramente os meus conhecimentos sobre a civilização egípcia.

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